Lucas 13:34 Jerusalém, Jerusalém, que matas os profetas e apedrejas os que te foram enviados! Quantas vezes quis eu reunir teus filhos como a galinha ajunta os do seu próprio ninho debaixo das asas, e vós não o quisestes!
Mateus 5:34 Eu, porém, vos digo: de modo algum jureis; nem pelo céu, por ser o trono de Deus; 35 nem pela terra, por ser estrado de seus pés; nem por Jerusalém, por ser cidade do grande Rei;
Precisamos entender o que Jesus enfrentou espiritualmente em Jerusalém. O teto espiritual dos seus dias estava ligado a quando Davi conquistou Jebus. Vamos sondar isto pela ordem inversa, começando por Jerusalém nos dias de Jesus e depois vamos para a Jerusalém dos dias de Davi. Entenda o porque que nos dias de Jesus as coisas estavam bem piores.
Mateus 12:43, Quando o espírito imundo sai do homem, anda por lugares áridos procurando repouso, porém não encontra. 44 Por isso, diz: Voltarei para minha casa donde saí. E, tendo voltado, a encontra vazia, varrida e ornamentada. 45 Então, vai e leva consigo outros sete espíritos, piores do que ele, e, entrando, habitam ali; e o último estado daquele homem torna-se pior do que o primeiro. Assim também acontecerá a esta geração perversa.
Assim Jesus descreveu a sua geração, uma geração que não reconheceu a visitação do Messias! Se as gerações passadas mataram os profetas e perseguiram aqueles que lhes foram enviados, Jesus afirmou que a sua geração era sete vezes pior, uma geração ainda mais endurecida e ensimesmada.
Cegos e mudos
Mateus 12:22, Então, lhe trouxeram um endemoninhado, cego e mudo; e ele o curou, passando o mudo a falar e a ver. 23 E toda a multidão se admirava e dizia: É este, porventura, o Filho de Davi? 24 Mas os fariseus, ouvindo isto, murmuravam: Este não expele demônios senão pelo poder de Belzebu, maioral dos demônios. 25 Jesus, porém, conhecendo-lhes os pensamentos, disse: Todo reino dividido contra si mesmo ficará deserto, e toda cidade ou casa dividida contra si mesma não subsistirá. 26 Se Satanás expele a Satanás, dividido está contra si mesmo; como, pois, subsistirá o seu reino? 27 E, se eu expulso demônios por Belzebu, por quem os expulsam vossos filhos? Por isso, eles mesmos serão os vossos juízes. 28 Se, porém, eu expulso demônios pelo Espírito de Deus, certamente é chegado o reino de Deus sobre vós. 29 Ou como pode alguém entrar na casa do valente e roubar-lhe os bens sem primeiro amarrá-lo? E, então, lhe saqueará a casa. 30 Quem não é por mim é contra mim; e quem comigo não ajunta espalha. 31 Por isso, vos declaro: todo pecado e blasfêmia serão perdoados aos homens; mas a blasfêmia contra o Espírito não será perdoada. 32 Se alguém proferir alguma palavra contra o Filho do Homem, ser-lhe-á isso perdoado; mas, se alguém falar contra o Espírito Santo, não lhe será isso perdoado, nem neste mundo nem no porvir.
Assim que Jesus expulsou aquele demônio, havia nos pensamentos dos fariseus um raciocínio dominante: “Jesus fez isto pelo príncipe dos demônios”. Na verdade, os fariseus não suportavam a aprovação e a admiração que Jesus tinha por parte da multidão.
… 23 E toda a multidão se admirava e dizia: É este, porventura, o Filho de Davi?
Havia claramente uma fortaleza de ciúmes e orgulho que bloqueava a revelação do Espírito Santo no coração daquela classe de religiosos.
... mas a blasfêmia contra o Espírito não será perdoada.
Estavam completamente corrompidos e presos por uma mentalidade reprovada que repelia o convencimento do Espírito Santo. Jesus então curou este endemoniado cego e mudo. Tanto o entendimento como a linguagem daquela geração estavam corrompidos.
Estavam endurecidos, em um lugar inacessível ao Espírito de Deus. A blasfêmia contra o Espírito Santo não é aquele tipo de culpa que um novo convertido expressa por ter feito alguma coisa errada.
Quando alguém está preocupado e constrangido por ter ofendido a Deus de alguma maneira, é sinal que não está rejeitando o convencimento do Espírito Santo, muito pelo contrário. O fermento dos fariseus era uma mentalidade resistente ao Espírito Santo que passou a perseguir Jesus e foi crescendo até maquinarem a sua morte na cruz.
O valente e a sua casa de pensamentos
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O homem forte ocupa uma fortaleza.
Mateus 12:29, Ou como pode alguém entrar na casa do valente e roubar-lhe os bens sem primeiro amarrá-lo? E, então, lhe saqueará a casa.
Para destruir, o diabo precisa antes construir uma mentalidade correspondente a sua natureza, ou seja, uma casa de pensamentos que garante o seu controle e que propaga a sua influência. Ao mesmo tempo que o inimigo reforça uma mentalidade que garante a sua influência, ele bloqueia a revelação espiritual e a fé.
Mateus 16:12 Então, entenderam que não lhes dissera que se acautelassem do fermento de pães, mas da doutrina dos fariseus e dos saduceus.
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Como os demônios entram é estrategicamente diferente de como eles permanecem.
Uma porta é como os demônios entram, uma fortaleza é como eles permanecem.
Quando o espírito imundo sai do homem…
Não apenas indivíduos, mas também famílias, povos e até grupos sociais desenvolvem características e padrões de pensamento que, ao longo do tempo, formam uma mentalidade coletiva. Essa herança pode ser chamada de tradição. Algumas tradições são saudáveis e edificam, enquanto outras carregam valores, crenças e práticas contrárias à vontade de Deus.
Como os demônios não possuem contingente suficiente para possuir toda a humanidade, uma de suas principais estratégias é disseminar sofismas, mentiras e fortalezas mentais que impedem as pessoas de conhecerem a verdade de Deus. Dessa forma, moldam uma mentalidade favorável à sua atuação, preparando indivíduos que futuramente poderão se tornar uma habitação para sua influência.
Uma das situações em que um espírito imundo deixa uma pessoa é quando ela morre. Nesse momento, ele perde a sua habitação e passa a procurar um novo lugar onde possa permanecer.
Há relatos de pessoas que manifestam intensa influência demoníaca durante o velório de familiares considerados espiritualmente influentes. Isso é compreendido como uma tentativa de perpetuação de uma mesma atuação espiritual dentro da família, aproveitando um momento de vulnerabilidade emocional e de continuidade de padrões espirituais já existentes.
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Demônios precisam ser expulsos e fortalezas devem ser demolidas.
É preciso remover estes poceiros, e estabelecer uma nova mentalidade que vem da fé em Jesus.
No caso dos líderes religiosos dos dias de Jesus, havia uma mentalidade profundamente marcada pela hipocrisia. Esse traço comprometia tanto a sua autoridade espiritual como o discernimento.
Em vez de reconhecerem a aprovação de Deus sobre Jesus e a autoridade com que Ele ensinava e operava, permitiram que a inveja dominasse seus corações, levando-os a resistir e se opor ao próprio Filho de Deus, a promessa mais aguardada por toda a nação.
A inveja e o ódio sem motivo
Mateus 27:17, Portanto, estando eles reunidos, disse-lhes Pilatos: Qual quereis que vos solte? Barrabás, ou Jesus, chamado Cristo? 18 Porque sabia que por inveja o haviam entregado. 19 E, estando ele assentado no tribunal, sua mulher mandou-lhe dizer: Não entres na questão desse justo, porque num sonho muito sofri por causa dele. 20 Mas os príncipes dos sacerdotes e os anciãos persuadiram à multidão que pedisse Barrabás e matasse Jesus.
Quem eram os principais Sacerdotes e os anciãos? Eram os líderes espirituais da nação. O que eles mais repugnavam era um homem como Barrabás. Pilatos sabendo disto e sabendo que por inveja o haviam entregado, os provou. Aqueles homens jogaram na lata de lixo o alto padrão de valores que viviam porque seus corações foram capturados pelo espírito de ciúmes.
João 15:23, Aquele que me odeia, odeia também a meu Pai. 24 Se, eu entre eles não fizesse tais obras, quais nenhum outro tem feito, não teriam pecado; mas agora, viram-nas e me odiaram a mim e a meu Pai. 25 Mas é para que se cumpra a palavra que está escrita na sua lei: Odiaram-me sem causa.
Jesus se referiu aos ciúmes e a inveja desta forma, odiaram-me sem motivo.
João 9:39, Eu vim a este mundo para juízo, a fim de que os que não vêem vejam, e os que vêem se tornem cegos. 40 Alguns dentre os fariseus que estavam perto dele perguntaram-lhe: Acaso, também nós somos cegos? 41 Respondeu-lhes Jesus: Se fôsseis cegos, não teríeis pecado algum; mas, porque agora dizeis: Nós vemos, subsiste o vosso pecado.
A Fortaleza de Sião – contexto histórico e geográfico
A fortaleza de Sião era a cidadela dos jebuseus, localizada sobre uma estreita crista montanhosa na antiga cidade de Jebus, posteriormente chamada de Cidade de Davi (2 Samuel 5:6-9). Geograficamente, sua posição era extraordinariamente favorável para a defesa.
Ao leste, a fortaleza era protegida pelo profundo Vale do Cedrom. A oeste, o terreno descia abruptamente em direção ao Vale do Tiropeão. Ao Sul, a estreita crista tornava o acesso extremamente limitado, obrigando qualquer exército invasor a avançar por um caminho estreito e vulnerável. Ao norte, encontrava-se a única frente relativamente acessível, mas justamente ali estavam concentradas as muralhas mais fortes e os principais sistemas de defesa.
Além da topografia privilegiada, a cidade possuía uma fonte permanente de água, a Fonte de Giom, elemento indispensável para resistir a cercos prolongados. Os jebuseus haviam desenvolvido um complexo sistema de acesso à água por meio de túneis e poços escavados na rocha, permitindo o abastecimento da cidade mesmo durante um ataque inimigo.
Essas características fizeram da fortaleza uma posição praticamente inexpugnável. Os jebuseus confiavam tanto em suas defesas que desafiaram Davi dizendo: “Tu não entrarás aqui; até os cegos e os coxos te repelirão” (2 Samuel 5:6). Era uma maneira de afirmar que bastariam os homens mais fracos da cidade para impedir qualquer tentativa de invasão.
Símbolo de resistência
Durante muitos séculos, mesmo após a conquista da Terra Prometida por Josué, Israel não conseguiu expulsar os jebuseus daquele local (Josué 15:63; Juízes 1:21). A fortaleza permaneceu nas mãos dos inimigos até o reinado de Davi, tornando-se um símbolo de uma resistência que atravessou gerações.
A conquista somente foi possível porque Davi adotou uma estratégia incomum. Em vez de atacar diretamente as muralhas, seus homens penetraram na cidade utilizando o sistema de acesso à água, conhecido nas Escrituras como o “tsinnor” (2 Samuel 5:8). Embora os detalhes desse acesso ainda sejam debatidos pelos estudiosos, a narrativa demonstra que a vitória não ocorreu pela força bruta, mas por uma estratégia inteligente que explorou um ponto vulnerável da fortaleza.
Depois da conquista, Davi estabeleceu ali sua residência e transformou a fortaleza de Sião na capital política e espiritual de Israel, que passou a ser conhecida como Cidade de Davi. A antiga fortaleza dos jebuseus tornou-se o centro do reino e, posteriormente, o monte Sião passou a representar simbolicamente a habitação de Deus, o governo do Messias e a segurança do Seu povo.
A tomada da fortaleza de Sião ilustra que algumas fortalezas parecem intransponíveis quando observadas apenas por suas defesas externas. Contudo, aquilo que parece impossível de ser vencido pode ser conquistado quando se encontra o ponto de acesso correto. Da mesma forma, fortalezas espirituais não são derrubadas apenas por confrontos superficiais, mas quando a verdade de Deus alcança a raiz que sustenta sua resistência
A CONQUISTA – Sião, a cidade de Davi
2 Samuel 5:6 Partiu o rei com os seus homens para Jerusalém, contra os jebuseus que habitavam naquela terra e que disseram a Davi: Não entrarás aqui, porque os cegos e os coxos te repelirão, como quem diz: Davi não entrará neste lugar. 7 Porém Davi tomou a fortaleza de Sião; esta é a Cidade de Davi. 8 Davi, naquele dia, mandou dizer: Todo o que está disposto a ferir os jebuseus suba pelo canal subterrâneo e fira os cegos e os coxos, a quem a alma de Davi aborrece. (Por isso, se diz: Nem cego nem coxo entrará na casa.) 9 Assim, habitou Davi na fortaleza e lhe chamou a Cidade de Davi; foi edificando em redor, desde Milo e para dentro. 10 Ia Davi crescendo em poder cada vez mais, porque o SENHOR, Deus dos Exércitos, era com ele.
Os Judeus estavam dentro da terra prometida, mas estavam compartilhando a terra com inimigos não conquistados. Quando Davi se tornou Rei, ele sabia que Deus tinha prometido mais para Israel do que os Judeus tinham atinado.
Jebuseus, um povo feroz das montanhas
Particularmente, havia o fato dos Jebuseus ainda ocuparem uma área extremamente estratégica chamada Jerusalém. Os Jebuseus eram um povo feroz das montanhas, e mesmo que estavam na lista das nações que deveriam ser desapossadas por Israel, eles nunca foram conquistados. Pense sobre Isto: Os maiores heróis de Israel, desde Josué até os Juízes, tentaram e falharam em conquistar os Jebuseus.
Então os Jebuseus viram com total desprezo os planos de Davi conquistar JEBUS que é Jerusalém. Eles zombaram do jovem Rei de Israel dizendo:
Não entrarás aqui, porque os cegos e os coxos te repelirão, como quem diz: Davi não entrará neste lugar. 7 Porém Davi tomou a fortaleza de Sião; esta é a Cidade de Davi.
Cegos e coxos representam a mentalidade e o conselho do “crente incrédulo”. Precisamos da companhia de quem carrega revelação espiritual.
O governo de Davi foi marcado pelo hábito de sempre consultar ao Senhor. As guerras no antigo testamento, eram guerras entre os reis. O rei que carregava o conselho profético na sua alma vencia, independentemente do tamanho do exército ou do lugar protegido que estavam.
JESUS o filho de Davi
9 E as multidões, tanto as que iam adiante como as que o seguiam, clamavam, dizendo: Hosana ao Filho de Davi! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas! 10 E, entrando ele em Jerusalém, toda a cidade se alvoroçou, dizendo: Quem é este? 11 E a multidão dizia: Este é Jesus, o Profeta de Nazaré da Galiléia. 12 E entrou Jesus no templo de Deus, e expulsou todos os que vendiam e compravam no templo, e derribou as mesas dos cambistas e as cadeiras dos que vendiam pombas. 13 E disse-lhes: Está escrito: A minha casa será chamada casa de oração. Mas vós a tendes convertido em covil de ladrões. 14 E foram ter com ele ao templo cegos e coxos, e curou-os. 15 Vendo, então, os principais dos sacerdotes e os escribas as maravilhas que fazia e os meninos clamando no templo: Hosana ao Filho de Davi, indignaram-se 16 e disseram-lhe: Ouves o que estes dizem? E Jesus lhes disse: Sim; nunca lestes: Pela boca dos meninos e das criancinhas de peito tiraste o perfeito louvor? 17 E, deixando-os, saiu da cidade para Betânia e ali passou a noite.
A resistência espiritual é para que Jesus não seja entronizado Rei. Os discípulos são aqueles que trabalham para que a profecia ou visão se cumpra.
Quando Ele entrou em Jerusalém toda a cidade se alvoroçou. Por quê? Por causa dos cegos e dos coxos. Pessoas que estavam fazendo da casa de Deus covil de ladrões. Ali estava o conselho do descrente e o tropeço do ferido. Esta era a indignação dos principais sacerdotes e escribas. O que é que JESUS fez.
E foram ter com ele ao templo cegos e coxos, e curou-os.
Pior do que os cegos e os coxos, foi quem os formou. Por trás daqueles sacerdotes e anciãos, havia um esquema maligno muito bem montado para corromper e questionar qualquer autoridade que quisesse conquistar Jerusalém para os propósitos do Reino de Deus.
CONCLUSÃO:
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Não fique condicionado ao passado!
O que nunca foi vencido antes pode ser vencido pelo poder de JESUS. Deus pode mudar as coisas da noite para o dia. Demônios não violam a vontade de ninguém. Você pode unir a sua vontade a vontade de Deus!
Todo o que está disposto a ferir os jebuseus suba pelo canal subterrâneo e fira os cegos e os coxos, a quem a alma de Davi aborrece.
É preciso disposição (a sua vontade), e subir pelo canal subterrâneo (a ajuda do Espírito Santo).
Romanos 8:13 Porque, se viverdes segundo a carne, caminhais para a morte; mas, se, pelo Espírito, mortificardes os feitos do corpo, certamente, vivereis.
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Existe uma recompensa em dissolver as crenças limitantes
Davi é um tipo da mentalidade de JESUS. O desafio apontava para uma casa, uma fortaleza ou mentalidade onde a sabedoria, a liderança e a autoridade espiritual seriam restauradas.
Nem cego nem coxo entrará nesta casa.
Davi reinou 40 anos. Os primeiros 7 anos reinou apenas sobre Judá, tendo a sua residência em Hebrom.
2 Samuel 5:4, Em Hebrom, reinou sobre Judá sete anos e seis meses; em Jerusalém, reinou trinta e três anos sobre todo o Israel e Judá.
Mas, ao conquistar Jerusalém, Davi passou a governar sobre todo o Israel, consolidando o reino e estabelecendo as fronteiras mais extensas de toda a sua história. A partir da fortaleza de Sião, conhecida como a Cidade de Davi, ele reinou durante 33 anos, conduzindo a nação ao seu período de maior expansão territorial.
Romanos 8:14 Pois todos os que são guiados pelo Espírito de Deus são filhos de Deus. 15 Porque não recebestes o espírito de escravidão, para viverdes, outra vez, atemorizados, mas recebestes o espírito de adoção, baseados no qual clamamos: Aba, Pai.
Em Cristo fomos devolvidos ao proposito original, “… tenha ele domínio, governo…”
Romanos 5:17 Se, pela ofensa de um e por meio de um só, reinou a morte, muito mais os que recebem a abundância da graça e o dom da justiça reinarão em vida por meio de um só, a saber, Jesus Cristo.
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